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Badejo
Mira |
Nome Científico: Mycteroperca
Rubra. |
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Características:
Corpo robusto, alongado e de pequeno a médio porte. Coloração
marrom-escuro, um pouco mais claro no ventre, com manchas claras
irregulares. Apresentam estrias escuras onduladas na cabeça, do
olho para trás. Os grandes espécimes apresentam coloração
marrom-escura uniforme. Normalmente medem 50 cm de comprimento,
pesando em torno de 2 Kg. Preferem águas quentes, e no inverno
procuram regiões mais fundas. Vivem em fundos de pedra ou areia.
São solitários ou vivem em pequenos grupos, junto ao fundo ou
perto de tocas e rachas. Muito curiosos, costumam
"encarar" os mergulhadores. São carnívoros vorazes,
atacando cardumes de sardinhas, manjubas e toda a sorte de peixes
pequenos e crustáceos. |
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Equipamentos: Equipamentos
do tipo médio/pesado a pesado. As linhas devem ser de 17 a 50 lb. e
altamente resistentes à abrasão, para evitar que se rompam ao
atrito com as pedras. Recomenda-se o uso de linhas Kevlar (multifilamento).
No caso de se usar monofilamento, é indispensável um líder com
linha mais grossa. Os anzóis devem ser resistentes: n° 5/0 a 10/0.
Deve-se usar chumbo tipo oliva para manter a isca no fundo. O uso de
empates de aço é opcional. Iscas: Iscas naturais, peixes
inteiros ou em filés (sardinhas, bonito etc.). As iscas
artificiais, como jigs, plugs de meia água, shads, grubs e camarões
artificiais devem ser trabalhadas junto ao fundo. As cores verde e
amarelo fortes são as preferidas. |
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Badejo
Quadrado |
Nome
Científico: Mycteroperca Bonaci |
| Características:
Possui corpo robusto, alongado e de grande
porte. Fronte larga e alta. Coloração marron-escuro com grandes
manchas escuras retangulares no dorso e flancos (daí vem o nome
badejo-quadrado), margem das peitorais alaranjadas. Alcança 1,20 m
podendo pesar mais de 80 Kg. O encontramos em fundos de recifes de
coral ou rochosos, bem afastados do litoral, e somente os
menores se aproximam da costa. São encontrados solitários ou aos
pares, dentro das tocas ou em grupos de 5 a 10 junto às pedras do
fundo. Alimentam-se de pequenos peixes, crustáceos e invertebrados.
Os espécimes jovens podem ser vistos em águas relativamente rasas,
enquanto os adultos permanecem abaixo dos 20 m de profundidade. |
| Equipamentos:
Equipamentos do tipo médio/pesado a pesado. As linhas devem ser
de 17 a 50 lb. e altamente resistentes à abrasão, para evitar que
se rompam ao atrito com as pedras. Recomenda-se o uso de linhas
Kevlar (multifilamento). No caso de se usar monofilamento, é
indispensável um líder com linha mais grossa. Os anzóis devem ser
resistentes: n° 5/0 a 10/0. Deve-se usar chumbo tipo oliva para
manter a isca no fundo. O uso de empates de aço é opcional. Iscas:
Iscas naturais, peixes inteiros ou em filés (sardinhas, bonito
etc.). As iscas artificiais, como jigs, plugs de meia água, shads,
grubs e camarões artificiais devem ser trabalhadas junto ao fundo.
As cores verde e amarelo fortes são as preferidas. |
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Baiacú |
Nome
Científico: Sphoeroides Spenglers |
| Características:
Corpo robusto e alongado, com cabeça grossa e rombuda.
Olhos grandes e salientes. Dorso cinza a marrom, com algumas manchas
escuras, flancos claros e uma série longitudinal de manchas escuras
arredondadas, do focinho ao caudal, ventre branco. Medem de 10 a 15
cm de comprimento. Vivem nas regiões costeiras em águas rasas, em
fundos de areia, cascalho e rochas. Alimenta-se de crustáceos,
principalmente siris e caranguejos, moluscos e peixes mortos. Nadam
lentamente e vivem normalmente solitários. Carne saborosa porém
requer cuidados na limpeza e preparo, devido ao veneno mortal. |
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Bagre |
Nome
Científico Bagre marinus |
| Características:
Peixe de couro; corpo achatado, como na maioria dos peixes de hábitos
bentônicos; nadadeiras peitorais e dorsal com três espinhos. A
coloração varia do cinza azulado ao amarelo. Os maiores exemplares
alcançam 1m de comprimento total e cerca de 5kg. A família só tem
representantes na costa do oceano Atlântico. Freqüenta as praias,
estuários, manguezais, foz de rios e entram na água doce para
desovar. Não é encontrado em águas muito profundas, em geral até
50m. Normalmente forma grupos de 5 a 100 indivíduos. Alimenta-se de
pequenos peixes e animais bentônicos. Após a desova, os machos
incubam os ovos na boca. É um peixe de hábito crepuscular e
noturno, mas, nas águas turvas, é possível capturá-lo durante o
dia. Tem certa importância comercial, principalmente na região
Sudeste. Os grandes exemplares são capturados pela pesca esportiva,
na modalidade de arremesso. |
| Equipamentos:
Equipamentos médio e médio/pesado. As linhas mais utilizadas são
as de 8 a 25 lb. e os anzóis de n° 1/0 a 6/0. Iscas: Iscas
naturais, como sardinha, camarões, lulas e moréias dos manguezais
são as preferidas. Não se tem informações sobre sua pesca com
iscas artificiais. |
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Betara |
Nome
Científico: Menticirrhus americanus |
| Características:
Peixe de escamas; corpo alongado e comprimido; boca voltada para
baixo; barbilhão curto e duro na mandíbula. A coloração é
prateada, com manchas escuras alongadas sobre a cabeça, o dorso e
os flancos; o ventre é esbranquiçado. Dificilmente ultrapassa 60cm
de comprimento total e 1,5kg. Pode ser capturado de dia e à noite.
É um peixe muito comum ao longo do litoral brasileiro, com maior
ocorrência na região Sudeste. Habita os canais que se formam nas
praias arenosas, sendo que os indivíduos adultos ficam no fundo e
os jovens nas águas mais rasas. Alimenta-se de pequenos peixes,
crustáceos, moluscos e minhocas, que ficam expostas pela ação das
ondas. Existe uma outra espécie de coloração mais escura, que
costuma freqüentar os canais dos estuários. A carne é muito
saborosa, mas é consumida principalmente por pessoas que conhecem
bem esse peixe, como os pescadores amadores. |
| Equipamentos:
Equipamento de ação leve; linhas de 6 a
10 lb.; anzóis pequenos de n° 12 a 16. Como a boca desse peixe é
voltada para baixo, as pernadas devem manter os anzóis bem perto do
fundo. Iscas: Somente iscas naturais, como camarão, minhoca
de praia (a mais eficiente) e moluscos. |
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Corvina |
Nome
Científico: Plagioscion spp. |
| Características:
A família é principalmente marinha, mas possui vários
representantes na água doce, sendo o gênero Plagioscion o
mais comum. Peixes de escamas; coloração prata azulada; boca oblíqua,
com um grande número de dentes recurvados e pontiagudos. Possui
dentes na faringe e a parte anterior dos arcos branquiais apresenta
projeções afiadas com a margem interna denteada. Alcança mais de
50cm de comprimento total. Espécies de fundo e meia água, sedentárias,
que formam grandes cardumes. Alimentam-se de peixes e camarões, com
predominância de um ou outro dependendo do local. Espécies muito
apreciadas pela carne branca e delicada |
| Equipamentos:
O equipamento empregado é do tipo médio para linhas de 14, 17
e 20 lb. É aconselhável o uso de varas de ação mais rígida. O
anzol pode variar do n° 2/0 a 6/0. Iscas: Principalmente
iscas naturais, como pequenos peixes em pedaços ou inteiros
(lambaris, sardinhas de água doce) e camarões. Ocasionalmente,
podem ser capturadas com plugs de meia água e jigs. |
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Garoupa |
Nome
Científico: Epinephelus guaza |
| Características:
É uma das famílias de peixes com maior variedade de espécies em
nosso litoral. Em geral possuem corpo robusto e porte considerável,
cabeça larga e grande, ventre geralmente protuberante e cauda
arredondada. A coloração varia em tons pardos, mais escuros no
dorso, com manchas espalhadas pelo corpo em alguns indivíduos.
Medem de 30 cm a 60 cm de comprimento, podendo atingir até um metro
em algumas espécies. As mais comuns são: Garoupa-Verdadeira,
Garoupa-Pintada, Garoupa-de-São-Tomé e Garoupinha. Espécie
costeira de águas rasas, encontradas em fundos de recife ou
rochosos, vivendo solitárias ou em grupos de 2 ou 3 indivíduos em
tocas e fendas do fundo. São encontrados geralmente dentro de tocas
ou fendas do fundo do mar. Peixes territoriais, defendem
vigorosamente seu espaço da aproximação de outros peixes.
Costumam sair da toca apenas para se alimentar ou afugentar um
intruso, voltando rapidamente ao menor sinal de perigo. Alimentam-se
de crustáceos e pequenos peixes. Extremamente vorazes, engolem suas
as presas inteiras. |
| Equipamentos:
Equipamentos do tipo médio/pesado a
pesado, mesmo para os pequenos exemplares, porque os peixes costumam
se entocar após serem fisgados. A vara deve ser dura para evitar a
corrida do peixe. As linhas devem ser altamente resistentes à abrasão,
como as confeccionadas em kevlar (multifilamento), com resistência
variando de 20 a 70 lb. Por causa da boca grande, os anzóis devem
ser de n° 6/0 a 12/0. Não é preciso encastoar o anzol. Iscas:
Iscas artificiais que trabalhem mais no fundo, como os plugs de
barbela longa (crankbaits) e jigs. Iscas naturais de sardinhas,
bonitos e atuns também são atrativas, principalmente quando estão
estragadas. |
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Linguado |
Características:
Corpo de formato oval e achatado, com os dois olhos colocados no
lado esquerdo. Coloração marrom-escura na parte superior e branca
na inferior, porém varia muito em função do mimetismo que o peixe
é capaz. Medem em média de 30 a 50 cm de comprimento, pesando de 2
a 3 Kg. Vivem em águas costeiras rasa e quentes, procurando locais
mais fundos quando cai a temperatura. Usam o mimetismo para se
camuflar contra os predadores. Alimentam-se de crustáceos e
moluscos. |
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Miraguaia |
Nome
Científico: Pogonias
cromis |
| Características:
Peixe de escamas; corpo alongado, um pouco achatado; focinho obtuso
e reto em sua parte anterior, boca inferior. A coloração do dorso
varia de cinza a marrom escuro ou preto, o ventre é mais claro. Os
jovens são mais claros e apresentam 4-5 faixas escuras verticais,
que se confundem com a cor geral, cada vez mais escura à medida que
crescem. Alcança 1,7m de comprimento total e 50kg. |
| Equipamentos:
Equipamento do tipo pesado/médio pesado
com carretilha/molinete para 300m de linha; linhas até 35 lb.; e,
anzóis de n° 4/0 a 7/0. Iscas: Iscas naturais, como
mariscos, caranguejos, moluscos, camarões e tatuís. |
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Merluza |
A Merluza têm poucas
espécies, mas é um grupo de expressiva importância econômica, pois
mais de seis milhões desses peixes são consumidos anualmente em todo
mundo. |
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Mero |
Nome
Científico: Epinephelus
itajara |
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Pargo |
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Porco |
Nome
Científico: Balistes
vetula |
| Características:
Habita fundos rochosos e coralínos, e nas áreas
arenosas próximas. Cor variando de verde-azulado a amarelo-cinza ou
marrom esverdeado. Um círculo azul em volta da boca, com ramo para
trás, estrias amarelas com centro azul irradiam-se do olho. Atinge
até 60 centímetros. Peixe não capturado por alguns caçadores
devido a não ser considerado um peixe esportivo. Fácil de se
pescar e quase impossível de se rasgar devido a sua pele(couro). O
pescador tem que ter cuidado ao manusear este peixe, pelo fato de
que esse peixe tenta morder tudo que vê pela frente. Não causam
muitos estragos, mas faz pequenas feridas que doem muito. |
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Pampo |
Nome
Científico: Trachinotus spp. |
| Características:
Corpo bastante alto e achatado, ovalado com o perfil arredondado. Os
raios anteriores da dorsal e anal são prolongados. Coloração
cinza no dorso, flancos prateados com reflexos amarelados e ventre
branco-amarelado. Em média medem de 40 a 80 cm de comprimento e
pesam de 5 a 15 Kg, podendo atingir até 1,2 m e 40Kg. Frequentam as
costas, de preferência rochosas e batidas pelas ondas, podendo ser
encontrados em águas rasas ou profundas, também dentro de largas
tocas. São encontrados normalmente solitários, os juvenis formam
pequenos cardumes. A desova ocorre em águas oceânicas.
Alimentam-se de moluscos, crustáceos, pequenos peixes e ouriços. |
| Equipamentos:
Na pesca de praia, a vara deve ser proporcional ao tamanho do
pescador para que os arremessos sejam mais precisos e de maior
alcance. Em geral, a vara deve ter mais de 3 metros, mas o ideal é
que ela tenha o dobro do tamanho do pescador. É importante que a
carretilha ou o molinete tenha uma grande capacidade de armazenar
linha, já que, muitas vezes, o local de pesca está longe e quando
o peixe é grande leva muita linha antes de se entregar. A linha
ideal é a 0,20-0,25mm (até 12 lb.), que pode ser armazenada em
maior quantidade e oferece menor resistência, tornando a briga mais
equilibrada. Não é necessário o uso de empates ou de linha muito
grossa nas pernadas, porque os dentes destes peixes são pequenos e
não cortam a linha. Os anzóis devem ter a haste curta e o colo
maior, para se acomodarem melhor na boca do peixe, o que torna a
fisgada mais eficiente. Iscas: Iscas naturais, como camarão,
mexilhão sem casca, cernambi e a tatuíra, que é a isca preferida
dos grandes exemplares. Em geral, a isca deve ser do tipo mais comum
no local de pesca. |
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Parati |
Nome
Científico: Mugil Curema |
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Características:
Corpo alongado, fusiforme e robusto. Dorso cinza-azulado a
esverdeado, flancos prateados e ventre claro. Apresentam uma pequena
mancha negra na região superior da base da peitoral. Segunda dorsal
e caudal enegrecidas na extremidade. Medem de 25 a 35 cm de
comprimento e pesam de 0,5 a 1 Kg, podendo atingir até 45 cm. É
uma espécie costeira de águas rasas, nadando perto da superfície,
nas áreas de recifes, praias, estuários e lagoas salobras. São
encontrados em pequenos a grandes grupos nadando em águas calmas.
Alimentam-se de algas e microorganismos encontrados no lodo e na
areia. |
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Pescada |
Nome
Científico:
Cynoscion sp. |
| Características:
Peixes de escamas. Na costa brasileira ocorrem
mais de 30 espécies de pescada. Entre as características mais
interessantes desse grupo está a capacidade de produzir sons por músculos
associados à bexiga natatória. As espécies mais comuns são a
pescada-amarela Cynoscion acoupa, que pode alcançar 1m e
30kg e tem a cor amarela, e a pescada-olhuda, de coloração
prateada e olhos grandes, que alcança no máximo 50cm. |
| Equipamentos:
Equipamento do tipo médio/pesado para a pescada-amarela; linhas
de 14 a 25 lb.; anzóis 2 a 3/0. Para a pescada-olhuda, o
equipamento é leve; linhas 0,30 a 0,45; e, anzóis de n° 6 a 1/0.
Deve-se usar chumbo de correr quando os peixes estão mais ao fundo,
ou bóia quando estão na superfície. Iscas: Quase
exclusivamente com iscas naturais de camarão vivo e peixinhos como
manjubas e moréias do manguezal. Iscas artificiais podem ser plugs
de meia água e jigs. |
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Prejereba |
Nome
Científico: Lobotes
surinamensis |
| Características:
Peixe de escamas; corpo alto e comprimido; cabeça pequena, e
nadadeiras dorsal e anal alongadas e arredondadas, quase atingindo o
final da nadadeira caudal. Esta característica dá o nome em inglês
tripletail, ou seja, cauda tripla. A coloração é marrom, com
reflexos brancos ou cinza esverdeado. Alcança cerca de 80cm de
comprimento total e 15kg. |
| Equipamentos:
Varas de ação média/pesada; linhas de
10 a 25 lb.; e anzóis de n° 1/0 a 6/0, já que o peixe tem a boca
pequena. Iscas: Iscas naturais, como sardinha, e artificiais,
como plugs de superfície, meia água e jigs trabalhados na superfície. |
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Raia |
Nome
Científico: |
| Características:
A Raia também chamada
de Arraia, é um peixe da mesma subclasse dos tubarões, dos quais
difere pelo formato achatado de corpo e pela localização das fendas
branquiais na sua face ventral. |
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Robalo |
Nome
Científico: Centropomus spp. |
| Características:
Peixes de escamas. Das seis espécies de robalo encontradas no
oceano Atlântico, quatro são capturadas no litoral do Brasil,
destacando-se principalmente o robalo-flecha Centropomus
undecimalis e o robalo-peva Centropomus paralellus. Ambas
possuem o corpo alongado e comprimido e a mandíbula inferior
saliente. O robalo-flecha é a maior espécie da família, alcançando
1,2m de comprimento total e 25kg. A coloração do dorso é
acinzentada com reflexos esverdeados e o ventre é esbranquiçado. A
linha lateral é uma listra longitudinal negra que se estende ao
longo do corpo até o final da nadadeira caudal. O robalo-peva é
menor, alcançando 50cm de comprimento e 5kg. Apresenta o dorso
cinza esverdeado e os flancos prateados. |
| Equipamentos:
Equipamento médio/pesado; linhas de 14 a
25 lb., atadas a um arranque de linha mais grossa, com, no mínimo,
dois metros, pois, depois de fisgado, o robalo procura proteção
entre os galhos e locas. Iscas: As melhores iscas são de
camarão e peixinhos vivos, que podem ser arremessadas nas margens
ou serem usadas na rodada, próximas ao fundo. As iscas artificiais
como plugs, tanto de superfície quanto de meia água, jigs e shads
também são bastante produtivas e devem ser trabalhadas junto aos
troncos e galhadas nas margens. |
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Sargo |
Nome
Científico: Archosargus probatocephalus |
| Características:
Peixe de escamas; o corpo é ovalado e um pouco
comprimido. A coloração é cinza esverdeado com 6-7 faixas
verticais ao longo do corpo, começando na cabeça e terminando no
pedúnculo caudal. As nadadeiras caudal e peitorais são amareladas.
Alcança 75cm de comprimento total e 8kg. Existe uma outra espécie,
conhecida como sargo-de-beiço, por causa dos lábios grossos.
Espécie costeira, vive em águas rasas com fundo de pedras ou
corais, por onde nada em pequenos cardumes. Freqüenta as águas
salobras dos estuários. Alimenta-se principalmente de crustáceos e
moluscos. A carne é de excelente qualidade, mas como é um peixe
difícil de capturar não é muito freqüente nos mercados. Por
brigar muito quanto fisgado, é bastante apreciado pelos pescadores
esportivos. |
| Equipamentos:
Equipamento médio/médio pesado; linhas de 17 a 20 lb.; anzóis
pequenos e resistentes. É importante o uso de líderes de 35 a 40
lb. Iscas: Iscas naturais, como moluscos e camarões. Também
pode ser pescado com jigs. |
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Taínha |
Nome
Científico: Mugil
brasiliensis |
| Características:
Peixe de escamas. Mugil brasiliensis é a maior tainha que
ocorre no Brasil. O corpo é alongado e fusiforme; a cabeça um
pouco deprimida; a boca pequena. As escamas são grandes e
apresentam pequenas máculas escuras que formam listas longitudinais
ao longo do corpo. Não possui linha lateral. A coloração é prata
azulada nos flancos, sendo o dorso mais escuro. Os indivíduos
maiores alcançam mais de 1m de comprimento total e cerca de 8kg. |
| Equipamentos:
Equipamento de ação leve a média para os grandes peixes; vara
simples ou com molinete/carretilha; os anzóis devem ser afiados, n°
14 a 20; as linhas de 8 a 14 lb. Iscas: Miolo de pão e algas
filamentosas enroladas no anzol. |
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Xaréu |
Nome Científico:
Caranx hippos |
| Características:
Peixe de escamas; corpo ovalado e comprimido; cabeça volumosa e
alta; focinho arredondado; olhos relativamente grandes; nadadeira
peitoral longa, ultrapassando a origem da nadadeira anal. A linha
lateral é muito curvada apresentando carenas no final (as escamas
da linha lateral são modificadas em escudos). O pedúnculo caudal
é muito fino com duas quilhas. A coloração é azulada no dorso,
os flancos são prateados com nuances douradas e o ventre amarelado.
Possui uma mancha preta na nadadeira peitoral e outra no opérculo.
Os indivíduos jovens possuem cinco faixas verticais escuras no
corpo e uma na cabeça. Alcança mais de 1m de comprimento total e
cerca de 25kg. |
| Equipamentos: Equipamento
do tipo médio a médio/pesado para os grandes exemplares; varas de
ação rápida; linhas de 10 a 25 lb.; e anzóis de n° 1/0 ao 6/0. Iscas:
Iscas naturais, como sardinhas, paratis e tainha, e artificiais,
como jigs e plugs de superfície e meia água. |
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